19.5 C
Cachoeira do Sul
13 de novembro de 2019
Portal da Diocese de Cachoeira do Sul Rs

RELATÓRIO DIOCESANO

DIOCESE DE CACHOEIRA DO SUL

Rua Moron, 1007

96508-031 – Cachoeira do Sul-RS – Brasil

Em construção

 

RELATÓRIO QUINQUENAL
2019
INTRODUÇÃO GERAL
OBSERVAÇÕES PRELIMINARES
  1. A Diocese de Cachoeira do Sul está semi-vacante desde maio de 2017, quando o Bispo Diocesano Dom Remídio José Bohn foi hospitalizado em Porto Alegre com Câncer no Baço e no Fígado, não retornando às atividades até sua morte ocorrida em 06 de janeiro de 2018.
  2. No tempo que que esteve ausente, a Diocese foi gerenciada pelo Vigário Geral, Mons. Elcy Arboitte, junto com o Colégio de Consultores e do Conselho de Presbíteros, levando até ao Ordinário as soluções sugeridas que por meio de tele- conferência dava seu aval.
  3. Após o falecimento do Bispo diocesano, o Colégio de Consultores elegeu Mons. Elcy como Administrador Diocesano (11 de janeiro de 2018). Durante este tempo, além dos conselhos, foi assessorado pelo Arcebispo Dom Hélio Adelar Hubert da Arquidiocese de Santa Maria, na qual província eclesiástica, Cachoeira está inserida.
  4. O administrador diocesano participou de Duas Assembleias Gerais da CNBB, (56ª e 57ª), representando a diocese e se relacionando com o Núncio Apostólico Dom Giovanni d´Aniello. Após a 57ª Conferência Geral da CNBB, em Aparecida SP, 14 de Maio, recebeu do Núncio Apostólico, ao meio dia, a notícia festiva do novo eleito para Bispo de Cachoeira do Sul, com seu nome e a localização para futuro contato.
  5. Dom Edson Batista de Mello será ordenado no dia 11 de Agosto e tomará posse no dia 25 do mesmo mês.
    1. Desta forma, como não encontrei os arquivos dos relatórios anteriores, estou fazendo este, para ser entendido nas deficiências que ocorrerem.
Mons. Elcy Arboitte, Administrador diocesano
Habitantes
Católicos
Km²
206.402
155.256
10.730,391
  1. ORGANIZAÇÃO PASTORAL E ADMINISTRATIVA DA DIOCESE
  1. ORDINÁRIO DIOCESANO
  2. Dom Edson Batista de Mello
  3. Bispo eleito (Ordenação 11.08.2019 – Posse 25.08.2019)
  4. Nacionalidade brasileira
  5. Nacionalidade atual: Brasileira
  6. Idiomas: Português, Espanhol, Italiano (Não fluente)
  7. Bispo referencial para o Laicato, Regional CNBB Sul3
  8. OUTRO BISPO
Não há
  1. VIGÁRIO GERAL
Não há, enquanto o Bispo eleito não tomar posse.
  1. SÍNODO DIOCESANO
O último Sínodo diocesano: 07 de fevereiro de 2019. Encontro Geral do Clero, no Bispado. Assuntos administrativos: Receita Federal. Assinatura digital. Venda de terrenos. Compra de área da família Germano, ao lado da área do Santuário. Prestação de contas dos investimentos financeiros da diocese, pelo padre ecônomo. Leitura do ofício do Arcebispo de Santa Maria pedindo cedência, por um ano, de um padre. Pe. Atílio se apresentou para nova missão, em São Martinho da Serra. Acertos diversos, como análise conjunta da Romaria Diocesana e apresentação do Projeto Missionário Popular, a Iniciação à Vida Cristã e o Diretório diocesano de Pastoral.
  1. CÚRIA DIOCESANA
  1. Espaço Físico. Era um colégio infantil das Irmãs de Jesus Crucificado. Dom Remídio implantou uma reforma nos moldes ideais para sede administrativa da Diocese e moradia episcopal. É um prédio ideal em término de reformas e adaptações.
Bispo: Dom Edson Batista de Mello
Vigário Geral: ?
Coordenador de Pastoral:  Pe. Edson Pereira
Vigário Judicial: Pe. Hélvio Luiz Cândido
Ecônomo:  Pe. Hélvio Luiz Cândido
Secretária Geral:  Deise Von Muhlen
Secretária – Irmã Margarida Hanauer
Assessor Jurídico: Alexandre Elesbão
Contador: Valdir Vedoin
  1. CONSELHO PRESBITERAL
01- Presidente: Dom Edson Batista de Mello
02- Mons. Elcy Arboitte
03- Coord. de Pastoral: Pe. Edson Pereira
04- Reitor Seminário Maior: Pe. Rudinei Lasch
05- Reitor Seminário menor: Pe. Fernando Bolfe
06- P/Área Sul: Pe. Pedro Cesar Oliveira
07- P/Área Pé da Serra: Pe. Nelson Lara
08- P/Área Norte: Pe. Alessandro Müller
09- Pastoral Presbiteral: Pe. Grégori Lopes Siqueira
10- P/Religiosos: Pe. Valdecir Luiz Felippe, SAC
  1. COLÉGIO DE CONSULTORES
 
Obs. Lista anexa com nomes e endereços. Reuniões trimestrais ou quando convocadas pelo Bispo. Assuntos: Problemas administrativos, pessoais e pastorais.
  • Elcy Arboitte
  • Administrador Diocesano
  • Email: [email protected]
  • Mitra Diocesana
  • Rua Moron,1007 – Centro
  • 96508-031, Cachoeira do Sul RS
  • Hélvio Luiz Cândido
  • Vigário Judicial
  • Email: [email protected]
  • Mitra Diocesana
  • Rua Moron,1007 – Centro
  • 96508-031, Cachoeira do Sul RS
  • João Luiz Flesch
  • Pároco da Paróquia N. Sra. da Penha
  • Av. dos Imigrantes, Esq. Av. Brasil – Bairro Marina
  • 96505-001 – Cachoeira do Sul RS
  • Rudinei Lasch
  • Coordenador da Pastoral Presbiteral Regional
  • Reitor do Seminário Maior, Maria Mãe do Redentor
  • RS 509 – Faixa Velha de Camobi, Km 6 – Nº4561
  • 97095 -000 – Santa Maria RS
  • Gelso Bernardi
  • Pároco da Paróquia N. Sra. dos Navegantes
  • Email: [email protected]
  • Rua Pe. Osvaldo Stracke -96900-000 – Sobradinho RS
  • Marcos Antônio Eichner
  • Vigário Paroquial em Caçapava do Sul
  • Rua Borges de Medeiros. 662
  • 96570 – Caçapava do Sul – RS
  • Nildo Gaspar Rech
Pároco da Catedral Diocesana
  • Email: [email protected]
  • Trav. N. Sra. da Assunção, 333
  • 96508-970 – Cachoeira do Sul – RS
  1. CONSELHO DIOCESANO DE PASTORAL
Se reúne às Terças-feiras. A coordenação é do Pe. Edson Pereira, mais o Bispo, Diácono Carlos Machado, Sérgio Frachini Moura, Cesar Motta Lima e Margot Gomes Lima, Alberi Cardoso Dias e Vilma Canto Dias
  1. CONSELHO DIOCESANO PARA ASSUNTOS ECONÔMICOS CAED-
Bispo (Presidente), Pe. Hélvio Cândido (Ecônomo), Valdir  Vedoin (Contabilista),Diac. Ciro Carlos Wolmann, Diac. Antonio Simões, Marcelo Loreto, Alexandre Elesbão, Gilmar Bulsing.
  1. c) TRIBUNAL ECLESIÁSTICO.
Pe. Hélvio Luiz Cândido, Vigário Judicial de toda Província Eclesiástica da Arquidiocese de Santa Maria. Na Cúria existem salas próprias para atendimento da província. (Pe. Hélvio fez Direito Canônico em Roma)
  1. DIVISÃO DA DIOCESE
É dividida em quatro Áreas Pastorais: Área Norte (Sobradinho, Ibarama. Arroio do Tigre, Segredo) Área Pé da Serra (Agudo, Novo Cabrais e Cerro Branco), Área Centro (Cachoeira do Sul com 4 Paróquias), Área Sul (Caçapava do Sul e Santana da Boa Vista).
  1. ASSEMBLEIA DIOCESANA
Uma vez ao ano no mês de novembro. Em junho é preaquecida pelo CODIPAL, Conselho Diocesano de Pastoral que reúne todas as pastorais, movimentos e grupos eclesiais. São participantes:     01. Iniciação à Vida Cristã; 02. Setor Juventude; 03. Pastoral Social; 04.
Pastoral Vocacional. 05. Pastoral Familiar. 06.Ministros Extraordinários –
da Comunhão; 07. Pastoral da Liturgia; 08. Coordenadores paroquiais de Pastoral e Dízimo (CPP); 09. Animação Missionária; 10. Coordenadores diocesanos de Movimentos Eclesiais; 11. Pastoral da Comunicação.
  1. PLANO DE PASTORAL
Segue as DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA DO BRASIL. (2019 A 2023), mais as peculiaridades e necessidades da diocese.
  1. PRIORIDADES DIOCESANAS EVANGELIZADORAS
ALTERIDADE – atenção para outro, respeito mútuo, diálogo, partilha, solidariedade.
GRATUIDADE – a vida só se ganha na entrega, o amor não tem reservas.
A IGREJA EM SAÍDA:
O ser discípulo exige o vínculo efetivo e afetivo com a comunidade;
  1. g) URGÊNCIAS NA AÇÃO EVAGELIZADORA:
  • Igreja em estado permanente de missão;
  • Igreja casa da iniciação à vida cristã;
  • Igreja lugar de animação bíblica da vida e da pastoral;
  • Igreja comunidade de comunidades.
  1. IDENTIFICAÇÃO E SITUAÇÃO RELIGIOSA GERAL DA DIOCESE
  2. DADOS ESTATÍSTICOS
MUNICÍPIOS
Agudo
Arroio do Tigre
Caçapava do Sul
Cachoeira do Sul
Cerro Branco
Ibarama
Lagoa Bonita do Sul
Novo Cabrais
Paraíso do Sul
Passa Sete
Santana da Boa Vista
Segredo
Sobradinho
TOTAIS
POPULAÇÃO
16.722
12.648
33.690
85.827
4.454
4.371
2.662
3.855
7.336
5.154
8.242
7.158
14.283
206.402
CATÓLICOS
9.467
10.234
25.223
64.558
2.647
4.035
2.455
2.462
3.421
4.807
6.692
6.413
12.837
155.256
Km² (Área)
536,117
318,236
3.047,13
3.735,18
158,766
193,11
108,409
192,29
337,843
304,54
1.420,62
247,44
130,391
10.730,391
Síntese
Católicos Batizados
155.256
Religiões Cristãs, outras
           42.456
Cultos não Cristãos
    8.690
Total não Católicos
51.146
Total de habitantes
206.402
A Diocese de Cachoeira do Sul se organiza em quatro Áreas Pastorais:
 
  1. ÁREA SUL: Caçapava, Santana da Boa Vista – (Descendentes luso-espanhóis com cultura da pecuária)
  2. ÁREA CENTRO: Conceição, São José, Santo Antônio e N. Sra. da Penha (Descendentes Alemães e lusos com cultura agrícola de Arroz e soja)
  3. ÁREA PÉ DA SERRA: Agudo, Cortado e Cerro Branco (Descendentes Alemães e Italianos com cultura agrícola com acento em tabaco)
  4. ÁREA NORTE: Sobradinho, Arroio do Tigre, Segredo e Ibarama. (Descendentes Italianos e alemães com pluricultura do tabaco, do feijão, da uva e de sustento)
As Áreas Pastorais, além de centros de intercomunicação, de troca de experiências, de entreajuda e de intercâmbio de informações, destinam-se a ser também centros de organização, de elaboração de normas pastorais comuns, bem como de realização de cursos, congressos e encontros. Podem ser também referência para representação em organismos diocesanos e regionais.
  1. DADOS HISTÓRICOS
Os Bispos da Província Eclesiástica de Porto Alegre aprovaram o encaminhamento do pedido de criação da Diocese de Cachoeira do Sul no dia 05 de fevereiro de 1990 por ocasião da Visita ad Límina.
O Conselho de Presbíteros de Santa Maria aprovou a criação da Diocese de Cachoeira do Sul no dia 03 de abril de 1990.
O encaminhamento ao Santo Padre João Paulo II foi feito no dia 15 de setembro de 1990 por Dom João Cláudio Colling, Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre.
A Diocese foi criada no dia 17 de julho de 1991 com a Bula “Brasilienses Quidem” do Papa João Paulo II. No mesmo dia, foi nomeado seu primeiro Bispo, Dom Ângelo Domingos Salvador.
A Diocese foi instalada no dia 29 de setembro de 1991, tendo sido empossado, no mesmo dia, seu primeiro Bispo, pelo Delegado do Núncio Apostólico, D. Altamiro Rossatto, Arcebispo de Porto Alegre.
Em 1993, a diocese conseguiu comprar o Colégio N. Sra das Dores para moradia do bispo e para a administração diocesana.
Em 1995, comprou-se uma a casa na Av. Orlando da Cunha Carlos, 366 , na Volta da Charqueada e o Seminário passou para lá com o nome de Mons. Armando Teixeira, em 1996.
Em 1994, a diocese comprou o convento S. Clemente dos Padres Redentoristas, junto da Igreja S. Antônio, o reformou, transformando-o num Centro de Formação Missionária. A última prestação foi paga em 2003.
Lá se realizam: encontros do Cursilho, Emaús, Encontro de Casais com Cristo, Renovação Carismática Católica, Pastoral da Juventude, Retiros, encontros da Pastoral da Criança, encontros diocesanos e outros.
Em 1995: iniciou-se a primeira Romaria, Maria, Mãe do Redentor no Parque do Santuário. O Parque e a Romaria são uma realidade maravilhosa. O parque tem infraestrutura necessária, com arborização, salão para encontros, altar monumento, imagem da padroeira e cruz.
A Romaria atrai atualmente mais de 60 mil pessoas.
No dia 15 de maio de 1998, foi inaugurado o Centro de Formação Missionária “Maria Mãe do Redentor”, cuja finalidade principal é a formação de missionários.
No dia 15 de agosto de 1999, D. Ângelo Domingos Salvador assumiu a Diocese de Uruguaiana.
No dia 17 de agosto o Colégio de Consultores elegeu Pe. Nelson Luiz Pappis como Administrador da Diocese de Cachoeira do Sul.
Dia 14 de junho de 2000 aconteceu a nomeação do Pe. Frei Irineu Sílvio Wilges OFM como 2º Bispo da Diocese de Cachoeira o Sul.
Dia 13 de julho: 1º Encontro do Mons. Irineu com os Padres diocesanos, tendo celebrado, no dia anterior o 9º aniversário da Diocese de Cachoeira do Sul.
Dia 12 de agosto de 2000, ordenação Episcopal de Dom Frei Irineu na Catedral Metropolitana de Porto Alegre
Dia 09 de setembro, Dom Irineu tomou posse da Diocese de Cachoeira do Sul.
No ano 2003, a diocese conseguiu comprar e reformar, em Sta. Maria, a casa dos Frades Capuchinhos para ali estabelecer a moradia dos nossos seminaristas da filosofia e da teologia.
No ano 2011, dia 28 de dezembro. Nomeação de Dom Remídio José Bohn como 3º Bispo da Diocese. Dia 26 de fevereiro de 2012 Dom Remídio toma posse presidida por Dom Hélio Adelar Rubert, Arcebispo de Santa Maria. Dom Irineu Sílvio Wilges torna-se Bispo Emérito de Cachoeira do Sul.
No dia 06 de janeiro de 2018, após seis meses de convalescença, Dom Remídio partiu para eternidade. Suas exéquias aconteceram na Catedral de Porto Alegre, na sua Paróquia de origem, S. Roque, em Feliz e na Catedral de Cachoeira. Seu corpo repousa no Mausoléu, na Catedral diocesana.
Mons. Elcy Arboitte foi eleito pelo Colégio de Consultores como Administrador diocesano.
  1. CLERO E VOCAÇÕES
 
SACERDOTES DIOCESANOS ATUANTES
01. Pe. Alessandro Müller
02. Pe. Antônio Hermes
03. Pe. Atílio Zatycko
04. Pe. Cláudio Dutra
05. Pe. Edson Pereira
06. Mons. Elcy Arboitte
07. Pe. Fernando Luiz Bolfe
08. Pe. Gelso Bernardy
09. Pe. Grégori Lopes Silveira
10. Pe. Hélvio Luiz Cândido
11. Pe. Israel Brixner
12. Pe. João Luiz Flesch
13. Pe. Jorge Antônio Hudson
14. Pe. José Vicente de Lima
15. Pe. Marcos Eichner
16. Pe. Matheus Venturini
17. Pe. Nelson Luiz Pappis
18. Pe. Nelson Lara
19. Pe. Nildo Rech
20. Pe. Osvaldo Franceschet
21. Pe. Pedro Cesar O. Silveira
22. Pe. Rudinei Lasch
Sacerdotes diocesanos incardinados
Todos
Sacerdotes diocesanos falecidos desde início da Diocese
01.Pe. João Attilio Rosa:  +24.07.2000
02.Pe. José da Luz: +05.01.2001
03.Mons. Breno Simonetti: +20.09.2001
04.Mons. Orestes Trevisan: +30.12.2001
05.Pe. Orlando Geraldo Penna: +04.08.2002
06.Pe. Albino Casarin: +26.12.2002
07.Mons. Benno Reis: +18.09.2011
08.Pe. Francisco Rubin: +04.07.2014
09.Dom Remídio José Bohn: + 06.01.2018
10.Pe. Miguel Frederico Daudt: +15,06.2018
11.Pe. Sílvio Germano Rockembach: +10.08.2018
12.Pe. José Otto Dupont: + 29.04.2019
  Obs. As datas registram o dia de falecimento
 
  1. SACERDOTES RELIGIOSOS QUE ATUAM EM 2019
01. Pe. Valdecir Luiz Felippe, SAC
02. Pe. Pe. Albino Puntel SAC
03. Pe. Frei Franklim Silva de Freitas OFM
04. Pe. Frei Luis Alberto M. Gutierrez, OFM
05. Pe. Frei Albano Bohn, OFM
  1. SEMINARISTAS
Seminaristas Maiores
07 atuais
Propedêutico
01 atuais
Seminaristas Menores
6 atuais
  1. DIÁCONOS PERMANENTES
01. Antônio Simões Neto
02. Arnildo Limberger
03. Carlos Idelfonso Machado
04. Ciro Carlos Wolmann
05. Clóvis Tadeu L. Moraes
06. Gaspar Moraes
07. Jacob Lauro Rech
08. Jairo Pedroso
 
09. João Luiz Weber
10. José Elui  Pohlmann
11. Lauro Fernando Lacerda
12. Luiz Carlos Arbelo
13. Nilson Claudio Rauber
14. Ronei Antônio Elesbão
15. Sílvio Mario Hibner
16. Valdonir Santos da Conceição
17. Vantuil Moraes
Todos incardinados na Diocese
  1. PASTORAL VOCACIONAL
A Pastoral Vocacional está bem organizada e é executada pelos seminaristas maiores e seu Reitor. O resultado se manifesta no número de Sacerdotes trabalhando nas 13 Paróquias.
Sempre temos um ou mais Sacerdotes fazendo estudo de especialização.
SAV – Serviço de Animação Vocacional é eficiente e nos coloca com suficiência sacerdotal na Diocese. Toda Diocese reza em todas as Missas a Oração pelas Vocações, de Paulo VI.
  1. SAÚDE DO CLERO
É instituído, na Diocese de Cachoeira do Sul, o Plano de Saúde do Clero. Tal Plano consta de Inscrição no Contrato de Assistência à Saúde da UNIMED CACHOEIRA DO SUL com a Diocese de Cachoeira do Sul; b) Inscrição no Fundo de Saúde do Clero da Diocese de Cachoeira do Sul.
Os Sacerdotes pagam o INSS sobre dois salários.
  1. FORMAÇÃO DOS LEIGOS 
Nos últimos anos o Bispo diocesano incentivou a formação do Grupo de Leigos encarregado desta pastoral. Está em fase de crescimento, mas não apresenta um resultado satisfatório. Os leigos estão inseridos nas diversas Pastorais (da Saúde, dos Presidiários, dos Enfermos hospitalares e domésticos, da AIDs, da Comunicação, da Administração etc.), Movimentos Eclesiais (Cursilho, Emaús, CLJ, ONDA, Renovação Carismática Católica etc., Escola Cristã de Formação Política (interdiocesana)).
  1. ESTADO ECONÔMICO DA DIOCESE
O Patrimônio diocesano está todo sendo regularizado conforme a exigência da prevenção de incêndio (PCI) e levantamento e escrituras de todas as áreas e prédios pertencentes à Mitra diocesana. Não está pronto mas falta pouco. A contabilidade das paróquias e da cúria é centralizada na cúria diocesana que viabiliza a prestação de contas junto à Receita Federal. Com a Reforma da Cúria diocesana as reservas foram extenuadas mas, com a venda de algumas áreas está voltando à normalidade.
III. MINISTÉRIO EPISCOPAL
Vacante de 6 de Janeiro de 2018 até 25 de Agosto de 2019
  1. VIDA CRISTÃ LITÚRGICA E SACRMENTAL
LITURGIA IN GENERE
Quanto a vida litúrgica sacramental dos fiéis há uma maior participação quando há motivos especiais particulares (missas de sétimo dia, batizados, primeira Eucaristia) ou comuns (triduo pascal, natal, Corpus Christi, novenas). Há muitos com deficiências na formação catequética sacramental, consequência das famílias mau estruturadas (uniões estáveis, segunda união) com pouco conhecimento das normas da Igreja. Há paróquias que chegaram a criar missas devocionais (em honra a Nossa Senhora Desatadora dos nós, Mãos ensanguentadas de Jesus) durante a semana para favorecer maior participação dos fiéis; mas, em geral as missas dominicais (incluído as de sábado são mais participadas). Quanto as confissões costumam ser proporcionados oportunidades para se confessar na quaresma e no advento, sendo que a maioria das paróquias há uma procura pelo sacramento durante todo o ano. A formação litúrgica normalmente, quando é feita, em geral se faz pelos padres de cada paróquia dentro dos movimentos e pastorais.
Nas comunidades paroquiais costuma-se usar o Missal e o Lecionário, além do folheto elaborado pela Arquidiocese de Porto Alegre, enquanto que na maioria das comunidades se utiliza apenas i folheto. A matéria e forma utilizada para os sacramentos sempre são o pão sem fermento (hóstia) e o vinho canônico. Não há costume de se conceder absolvição coletiva. A formação litúrgica aos candidatos ao clero se dá nos seminários e na faculdade de Teologia. Sempre que necessário se faz formação litúrgica nos encontros do clero diocesano.
Costuma-se zelar pelos locais onde se celebram de forma que se tenha dignidade. O canto sacro utilizado é cantos populares religiosos com uso de violão e, as vezes outros instrumentos como o teclado. Não há tradição de canto gregoriano e polifônico.
Costuma-se valorizar os tempos litúrgicos especiais como advento, quaresma, tríduo pascal.
Há paróquias que existe cultura de se rezar missa de corpo presente, mas na maior parte se faz celebração de exéquias conduzida por ministro leigo, diácono ou padre. Há muita procura por bênçãos, muito mais do que confissões (bênção da saúde, da família, de objetos, de casas).
Em tempos especiais, como quaresma, se visita escolas e se faz celebração, concede-se bênçãos e se deixa mensagem cristã sobre este tempo litúrgico.
Os padres e seminaristas costumam rezar diariamente a liturgia das horas, ao menos as Laudes.
Há devoções populares difundidas na diocese: reza do terço, adoração do Santíssimo Sacramento, via sacra.
Quanto s Eucaristia dominical a, normalmente maior participação; os padres costumam meditar as leituras do dia; nas comunidades, em geral as missas são mensais, sendo que nas mais organizadas são os ministros leigos que conduzem as celebrações quando não vai o padre; há missas especiais para movimentos específicos, mas não são cotidianos, sendo valorizado as missas comunitárias. Acontece de padres rezar até cinco missas em um dia, devido ao roteiro mensal para poder atender todas as comunidades; mas, em geral os padres rezam de uma a três missas por dia nos finais de semana; se procura dar formação aos Ministros extraordinários da Eucaristia; se costuma visitar os enfermos mensalmente pelos Ministros e próximo a semana santa e natal pelos padres; nas cidades que há hospitais é grande a procura pelo padre para a bênção e unção; as  comunidades que possuem Ministros leigos, em geral possuem sacrário com a reserva eucarística para adoração; são muito belas as profissões de Corpus Christi, com a confecção de tapetes, envolvimento de muitas pessoas e centralidade na Eucaristia.
Quanto a Iniciação da Vida Cristã a procura só não é maior devido ao avanço do secularismo e da destruição da família tradicional, trazendo como consequência o desestimulo pelos pais aos filhos de participar da vida da Igreja. Muitos são os pais que não acompanham seus filhos na missa; mesmo assim muitos são as crianças e adolescentes nas nossas turmas de catequese; se costuma iniciar a catequese com 9 anos, receber s primeira eucaristia com 11 e a crisma com 13. Há experiências com catequese de adultos, mas são poucas; o batismo, normalmente acontece nos primeiros meses das crianças; as confissões para a primeira Eucaristia normalmente acontece nas vésperas, depois da catequista ter feito a preparação.
Os padres costumam fazer celebrações penitenciais na quaresma atendendo após as confissões individuais; não se costuma utilizar concessionários, mas no próprio espaço da Igreja ou em sala em anexo.
Os candidatos a ordem sacra costuma receber os ministérios dentro de celebrações comunitárias.
As celebrações do matrimônio tem diminuído drasticamente devido a cultura de não mais casar na Igreja; quando acontece se valoriza os textos litúrgicos.
As celebrações de unção dos enfermos acontecem em geral nos hospitais ou nas casas, sempre que surgem a necessidade.
ESTATÍSTICAS da Administração dos Sacramentos

CAUSAS PARA A DECLARAÇÃO DE NULIDADE MATRIMONIAL 2018 – 2019

 

 

 

 

2018

 

2019 (Até Agosto)

PENDENTES 17
INTRODUZIDOS 19 20
CONCLUIDOS 18 02
PENDENTES 18 37
SENENÇAS À FAVOR 17 01
SENTENÇAS CONTRÁRIAS 01 01
RITO BREVE
PENDENTES 02
INTRODUZIDAS 04 02
TERMINADAS 02 01
PENDENTES 04 05
SENTENÇA A FAVOR 02 01

 

É importante lembrar que o Tribunal interdiocesano tem uma história. São 30 anos de serviço à nossa amada Igreja. Não sei ao certo como iniciou, o que sei é que permaneceu por 27 anos na Diocese de Santo Angelo, coordenado pelo nosso respeitado Pe. Ivo Kreutz. Em reunião dos Bispos da Província no dia 08 de março de 2016, o então Vigário Judicial Pe. Ivo pediu afastamento por motivos de saúde. Nesta ocasião eu, Pe. Hélvio, fui indicado como seu sucessor e Dom Remídio como Moderador. Em comum acordo ficou definido inicialmente que a sede do Tribunal seria nas dependências da Catedral Nossa Senhora da Conceição em Cachoeira do Sul, pois o local colocado a disposição pela Arquidiocese de Santa Maria estava com as obras inacabadas, necessitando de pelo menos mais um ano para que pudéssemos usufruir do local. Nesta mesma reunião foi definido que o Tribunal seria mantido pelas Dioceses e pessoas interessadas pelo seu serviço. Ficou acertado que as 06 Dioceses do Interdiocesano continuam contribuindo com um salário mínimo nacional, com exceção das Dioceses de Cachoeira do Sul e Uruguaiana que contribuiriam com meio salario mínimo nacional. Nos processos Ordinários, o demandante deverá contribuir com dois salários mínimos e nos processos Breves, um salário mínimo que ficará à respectiva diocese para despesas administrativas e formação dos membros de suas câmaras eclesiásticas.

No dia 04 de abril de 2018, nas dependências do Seminário Santa Cruz, na presença dos Bispos e Vigários Judiciais Adjuntos das Dioceses foi feita uma avaliação das atividades do Tribunal. Nesta reunião foram tratados os seguintes assuntos: a enfermidade e falecimento do Moderador D. Remídio Bohn; a sede do Tribunal Interdiocesano, indicação de novos membros e a Prestação de contas. Nesta ocasião ficou decidido pelos presentes que o Tribunal permaneceria em Cachoeira do Sul por mais dois anos conduzido pelo Vigário Judicial Pe. Hélvio Luis Cândido com a mesma equipe de servidores; em março de 2019, o mesmo deverá ser transferido para a Arquidiocese de Santa Maria, Por esse motivo, foi indicado como Moderador, Dom Hélio Adelar Rubert, Arcebispo de Santa Maria.

            O bom andamento do Tribunal somente foi possível porque as Dioceses se empenharam e ajudaram a mantê-lo. Temos grata satisfação e alegria em poder dizer que a nossa Diocese de Cachoeira do Sul, colaborou para que o serviço jurídico nas questões matrimoniais fosse prestado ao Povo de Deus de nossas Dioceses. É nosso desejo continuar servindo sendo fiéis ao que pede nossa amada Igreja.

 
 
  1. EDUCAÇÃO CATÓLICA
A Pastoral da Educação é a presença evangelizadora da Igreja no mundo da educação, possibilitando, por meio de processos pedagógicos, dinâmicos e criativos, o encontro das pessoas com os valores do Reino de Deus. Trata-se, portanto, de uma reflexão e ação conjunta que questiona criticamente, à luz dos valores evangélicos, a Educação em si, os processos educativos e as estruturas das instituições e movimentos de Educação, bem como a vida e ação dos educadores: pais, professores, comunicadores, formadores de opinião e outros, pessoas que influenciam direta e indiretamente a formação humana.
A Igreja, através da Pastoral da Educação, deu e dará prioridade à família, à infância e à juventude, à formação de comunidades e de lideranças. Isso, naturalmente, deve se realizar em conjunto com as Pastorais específicas que cuidam da: Família, Criança, Juventude, das comunicações, etc. Com elas, a Pastoral da Educação deve manter um diálogo constante. Ser cristão e construir o Reino de Deus requer um processo educativo para que as pessoas livremente assimilem, reconstruam e assumam a proposta de Deus no caminho para a felicidade. É por isso que a Igreja sempre deu grande importância à educação.
A Pastoral da Educação caminha guiada pela palavra do grande Educador e pedagogo Jesus Cristo, respeitando as individualidades, onde cada um tem o direito de ser o que é e, desse jeito, contribuir para o melhoramento de nossa sociedade. Agindo como filhos de Deus, nós temos o dever de cultivar a vida, fazendo-a florescer através de uma educação mais voltada para à formação do cidadão, e sempre iluminada pela luz que é a Palavra de Deus
ESTATÍSTICAS
A
Universidade LUTERANA (ULBRA)
Universidade Federal Santa Maria (Campus em Cach.)
01
01
B
Seminário Maior Diocesano em Santa Maria
01
C
Seminário Menor em Cachoeira do Sul
01
D
Escolas Municipais em Cachoeira do Sul
26
E
Escolas Estaduais em Cachoeira do Sul
19
F
Escolas Particulares em Cachoeira do Sul
26
G
Em toda Diocese existem Escolas particulares e públicas (estaduais e municipais) do Ensino Fundamental e médio.
308
H
Escolas de Orientação Católica: Ir. Maristas (Cachoeira)
Irmãs Imaculada Conceição Bonlanden (Arroio do Tigre)
01
01
  1. CATEQUESE
Iniciação à vida cristã (IVC)
Objetivo geral:
O objetivo geral da Iniciação à Vida Cristã é ir ao encontro das famílias para que elas possam perceber a presença da Igreja, Mãe que se curva para a acolher e cuidar de seus filhos, desencadeando a renovação do processo catequético, incidindo sobre a liturgia, animando a pastoral bíblica e promovendo a renovação da comunidade paroquial.
Objetivos específicos:
  • Favorecer o encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, em vista da formação de discípulos missionários.
  • Revitalizar a vida das comunidades paroquiais.
  • Reforçar a catequese como eixo da renovação da comunidade paroquial, na qual e para a qual a pessoa faz sua iniciação cristã.
  • Dar continuidade às iniciativas da diocese, com base na Leitura Orante da Palavra de Deus e na catequese de inspiração catecumenal.
  • Alinhar as diversas iniciativas em vistas da unidade.
Para que isto aconteça é necessário nos perguntar:
1) Que Igreja queremos ou sonhamos?
2) Que catequistas precisamos formar para este modelo de Igreja que sonhamos?
3) O que nos pede a Igreja (Papa/Bispos)?
Queremos uma Igreja missionária e comprometida, interagindo com as famílias e levando a uma Iniciação à Vida Cristã de melhor qualidade, buscando unificar o processo de formação de crianças, jovens e adultos na Diocese, de forma a integrá-los na comunidade
Olhando para Jesus
  • O que fez Jesus… Como foi a catequese de Jesus?
  • não foi de pregação, mas de acolhida… Para cada uma havia um gesto, um toque, uma palavra… Jesus tinha um profundo respeito para com as pessoas…
  • Acolhida sinal de amor…
O que movia a atividade de Jesus foi o seu amor pelo pai e a necessidade de aproximar as pessoas d’Ele. Por isso, Jesus ia ao encontro das pessoas nos povoados e famílias. As que O encontravam mudavam radicalmente de vida. Ex.: Zaqueu, Samaritana … A missão do mestre foi colocar-se a serviço… Toda a prática de Jesus revela seu objetivo: amar e servir (dar atenção às pessoas). A Mística da Presença: Jesus foi uma presença positiva, otimista, corajosa; Jesus fez a diferença na vida das pessoas…
Sonho do Papa Francisco
“Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo” (Evangelii Gaudium, 27)
O Papa Francisco sonha que o vigor da missão retorne, ou seja, que todos os agentes de pastoral tenham uma atitude constante de “saída”, para que as pessoas até o momento distantes da comunidade, tenham a oportunidade de compartilhar da amizade com Jesus (E.G n. 27).
Conversão Pastoral
A reforma das estruturas, que a conversão exige, só se pode entender neste sentido: fazer com que todas elas se tornem missionárias, que a pastoral ordinária em todas as suas instâncias seja mais comunicativa e aberta, que coloque os agentes pastorais em atitude constante de “saída” … “Não podemos cair vítimas de uma espécie de introversão Eclesial” (João Paulo II).
É indispensável a INTEGRAÇÃO das Pastorais, dos movimentos… Todos somos evangelizadores, missionários, colaboradores da catequese.
Que todos os setores compreendam qual será a contribuição de cada uma das pastorais e dos movimentos na IVC.
  • Planejamento conjunto e realização de ações comuns.
Acolhida, Missão e o Ministério dos Introdutores.
PROPOSTAS:
Acolhida, Missão e ministério dos introdutores
São os introdutores que acompanham os candidatos, apresentam-no à comunidade e deles dão testemunho e quando finalizada sua função com o rito de admissão, continuam a acompanhar os catecúmenos durante toda a formação para a catequese de Batismo, Eucaristia e Crisma, além do que “seu ofício continua sendo importante quando o neófito, tendo recebido os sacramentos, precisa de ajuda para permanecer fiel às promessas do batismo” (RICA, 43 e 235).
A instituição do ministério do Introdutor revela que a acolhida e o acompanhamento personalizado não são atitudes periféricas… Propomos não só o investimento deste ministério na IVC, mas pensá-lo, com as devidas adaptações, para além do catecumenato, em vista de ações pastorais personalizadas e progressivas. A título de exemplo podemos mencionar quanto à Pastoral da acolhida pode ser incrementada a partir da dinâmica pré-catecumenal, ou quanto às funções atribuídas ao introdutor podem beneficiar e trazer inspiração ao acompanhamento pastoral de noivos, aos pais e padrinhos que pedem o batismo, … Outros exemplos são: o acompanhamento dos primeiros anos de matrimônio ou a chegada do filho; visitas às famílias que chegam ou partem (migrantes); visitas familiares nos momentos marcados pela alegria ou pela dor.
VII. MINISTÉRIOS E VIDA DO CLERO 
  1. Nota estatística

Em dupla coluna – a primeira relativa ao primeiro dia de janeiro do primeiro ano do quinquênio e a segunda relativa ao dia 31 de dezembro do último ano do quinquênio – indicar número de:

. . Sacerdotes incardinados na diocese e que nela desempenham ministérios:
(até 01/01/15)

19 padres diocesanos

 

(até 31/12/18)

22  adres diocesanos

 

01.Pe. Atílio Zatycko

02.Pe. Cláudio Dutra

03.Pe. Edson Pereira

04.Mons. Elcy Arboitte

05.Pe. Gelso Bernardy

06.Pe. Hélvio Luiz Cândido

07.Pe. João Luiz Flesch

08.Pe. Jorge Antônio Hudson

09.Pe. José Vicente de Lima

10.Pe. Marcos Eichner

11.Pe. Matheus Venturini

12.Pe. Nelson Luiz Pappis

13.Pe. Nildo Gaspar Rech

14.Pe. Osvaldo Roque Franceschet

15.Pe. Pedro Cesar O. Silveira

16.Pe. Rudinei Lasch

17.Pe. Miguel Frederico Daudt

18.Pe. Sílvio Germano Rockembach

19.Pe. José Otto Dupont

 

01.Pe. Antônio Hermes

02.Pe. Atílio Zatycko

03.Pe. Cláudio Dutra

04.Pe. Edson Pereira

05.Mons. Elcy Arboitte

06.Pe. Gelso Bernardy

07.Pe. Hélvio Luiz Cândido

08.Pe. João Luiz Flesch

09.Pe. Jorge Antônio Hudson

10.Pe. José Vicente de Lima

11.Pe. Marcos Eichner

12.Pe. Matheus Venturini

13.Pe. Nelson Luiz Pappis

14.Pe. Nildo Gaspar Rech

15.Pe. Osvaldo Roque Franceschet

16.Pe. Pedro Cesar O. Silveira

17.Pe. Rudinei Lasch

18.Pe. Alessandro Müller

19.Pe. Fernando Luiz Bolfe

20.Pe. Gregori Lopes Siqueira

21.Pe. Israel Brixner

22.Pe. Nelson Lara

 

 

Sacerdotes religiosos que desempenham seu ministério
(até 01/01/15) São 5: (até 31/12/18) São 5:
Pe. Ademir Alves Moreira, SAC

Frei Teodardo Bocchi, OFM

Frei José Scheibel, OFM

Frei Lírio Hartmann, OFM

Frei Luis Alberto M. Gutierrez, OFM

 

Pe. Valdecir Luiz Felippe, SAC

Pe. Albino Puntel, SAC

Frei Francklim Silva de Freitas OFM

Frei Luis Alberto M. Gutierrez, OFM

Frei Albano Bohn, OFM

 

Sacerdotes diocesanos a serviço da diocese, mas incardinados em outras dioceses:
(até 01/01/15) (até 31/12/18
Pe. Nelson Luiz Pappis incardinado na Arquidiocese de Santa Maria; Pe Ruben Natal Dotto incardinado na Arquidiocese de Santa Maria Pe. Charles Vargas Teixeira incardinado Arquidiocese de Porto Alegre.

 

Sacerdotes ex-religiosos, acolhidos pela diocese:
(até 01/01/15) (até 31/12/18)
Não há situações assim na Diocese Não há situações assim na Diocese

 

Sacerdotes diocesanos com encargos fora da diocese:
(até 01/01/15) (até 31/12/19)
1. Pe. Marcos Antônio Eichner – Tesoureiro da CRP – Comissão Regional de Presbíteros do Regional Sul 3 1.Pe. Edson Pereira – Coordenador Regional do Sul 3 da Pastoral Familiar;

2. Pe. Rudinei Lasch – Coordenador da CRP – Comissão Regional de Presbíteros do Regional Sul 3;

3.  Pe. Atylio Zaticko missionário na Missão Regional Sul 3/ Moçambique e na Arquidiocese de Santa Maria

Sacerdotes diocesanos com grau de “licença” ou de láurea em teologia ou direito canônico:
(até 01/01/15) (até 31/12/18)
Pe. Nildo Gaspar Rech – Mestrado em Espiritualidade em Roma; Pe. Hélvio Luiz Cândido – Mestrado em Direito Canônico em Roma; Pe. Edson Pereira – Mestrado em Teologia Sistemática pela PUCRS.

 

Pe. Rudinei Lasch – Mestrado em Teologia Sistemática pela PUCRS; Pe. Fernando Luiz Bolfe – Mestrando em Teologia Sistemática pela PUCRS.

 

 

Sacerdotes diocesanos com os mesmos graus em outras ciências:
(até 01/01/15)

 

(até 31/12/18)

 

Mons. Elcy Arboitte, Mestrado em Pedagogia

(liturgia, comunicação, educação).

Pe. Edson Pereira – Bacharelado em Psicologia

Pe. Jorge Antonio Hudson – Bacharelando em Direito

 

Idade média dos sacerdotes (até 01/01/15) 54 anos

 

(até 31/12/18) 53 anos

 

Idade média dos sacerdotes aposentados: (até 01/01/15) 76 anos

 

(até 31/12/18) 70 anos
Número de fiéis por sacerdotes (até 01/01/15)5.750 fiéis Sem dados do senso
 

DIÁCONOS PERMANENTES

 

01. Antônio Simões Neto

02. Arnildo Limberger

03. Carlos Idelfonso Machado

04. Ciro Carlos Wolmann

05. Clóvis Tadeu L. Moraes

06. Gaspar Moraes

07. Jacob Lauro Rech

08. Jairo Pedroso

 

09. João Luiz Weber

10. José Elui  Pohlmann

11. Lauro Fernando Lacerda

12. Luiz Carlos Arbelo

13. Nilson Claudio Rauber

14. Ronei Antônio Elesbão

15. Sílvio Mario Hibner

16. Valdonir Santos da Conceição

17. Vantuil Moraes

Todos incardinados na Diocese

Paróquias regidas pelo Clero Diocesano:

 (até 01/01/15)10 paróquias

(até 31/12/18) 10 paróquias

Paróquias regidas pelo Clero Religioso:

(até 01/01/15) 3 paróquias

(até 31/12/18) 3 paróquias

  1. Associação de clérigos que atuam na diocese: finalidade de cada uma e alguns dados sobre a sua presença e influência na diocese:

(até 01/01/15)Contamos apenas com a Pastoral Presbiteral que tem por finalidade cuidar dos padres na Diocese através de Cursos, Formações, Encontros e visita nas paróquias.

(até 31/12/18) Contamos apenas com a Pastoral Presbiteral que tem por finalidade cuidar dos padres na Diocese através de Cursos, Formações, Encontros e visita nas paróquias.

  1. Dados numéricos sobre as comunidades eclesiais de base:

(até 01/01/15)Não se tem certeza da quantidade exata de comunidades, porém, sabe-se que o número era maior, aproximadamente 350

(até 31/12/18)São 304 Comunidades eclesiais de base (constituídas de Capela, Salão Comunitário, Conselhos, Celebrações e vida pastoral) e pontos de atendimentos em Escolas e casas de família.

  1. Sacerdotes diocesanos (seculares) ordenados:
  Até 01.01.2015

 

Até 31.12.18
  01.Pe. Edson Pereira (2002);

02.Pe. Cláudio Geneci Dutra (2005)

03.Pe. Gelso Bernardy (1995)

04.Pe. Hélvio Luiz Cândido (1994)

05.Pe. Rudinei Lasch (2011)

06.Pe. Marcos Eichner(2003)

07.Pe. Matheus O. Venturini (2012);

08.Pe. Pedro César O. Silveira (2007).

 

01. Pe. Fernando Luiz Bolfe (2016)

02. Pe. Grégori L. Siqueira (2018)

03. Pe. Israel Brixner (2017)

04. Pe. Nelson Lara (2016);

 

 

  1. Sacerdotes falecidos:
(Até 01/01/15)

 

(Até 31/12/18)

 

01.Pe. João Attilio Rosa;

02.Pe. José da Luz;

03.Mons. Breno Simonetti;

04.Mons. Orestes Trevisan;

05.Pe. Orlando Geraldo Penna;

06.Pe. Albino Casarin;

07.Mons. Benno Reis;

08. Pe. Francisco Rubin

01.Dom Remídio José Bohn;

02.Pe. Miguel Frederico Daudt;

03.Pe. Sílvio Germano Rockembach;

04.Pe. José Otto Dupont.

 

Sacerdotes que abandonaram o ministério:

(até 01/01/15) 3

(até 31/12/18) 2

  1. PARTE EXPOSITIVA
  2. Ministério do clero: Modalidade das nomeações para o clero. Estabilidade no ofício paroquial. Colaboração pastoral entre sacerdotes e religiosos. Comunhão pastoral entre sacerdotes, e leigos nas respectivas tarefas, especialmente nas funções próprias dos clérigos no âmbito da pregação. Eventuais conselhos pastorais: Importância que lhes dão os sacerdotes e frutos. Renúncias por motivos de idade. Ministério confiado aos aposentados.

As nomeações para o clero são realizadas pelo Bispo Diocesano, com a consulta do Colégio dos Consultores e as obrigações e necessidades paroquiais e nas Casas de Formações (Seminário Menor Mons. Armando Teixeira; Seminário São João Batista para o Propedêutico e Seminário Maior Maria Mãe do Redentor). Não há um tempo pré-determinado para realizar as nomeações, uma vez que, são feitas conforma a necessidade de cada realidade.

A Diocese de Cachoeira do Sul é pequena em território, número de Paróquias e Comunidades, por isso, somos uma Clero unido pela comunhão e ajuda fraterna. Em especial, os reitores de Seminários ajudam nas Paróquias nos finais de semana com os jovens vocacionados. Os padres diocesanos acolheram muito bem os padres religiosos. Há situações que os religiosos poderiam partilhar mais da vida a Igreja Diocesana com maior comunhão. Mas na essência, há uma grande cooperação. Os leigos são uma grande força viva em nossa Diocese. Exercem vários ministérios nas Paróquias e Comunidades, através dos Conselhos, Movimentos e Pastorais. Na pregação da Palavra de Deus através da Celebração da Palavra são muito eficazes, pois estão presentes nas Comunidades e nos Grupos de Oração. O Pontificado do Papa Francisco permitiu uma maior participação dos leigos e leigas na Igreja, em comunhão com o Concílio Ecumênico Vaticano II. Os aposentados leigos têm funções na Diocese, em especial, na Pastoral da Acolhida. Os padres aposentados exercem funções nas paróquias, em especial, no atendimento das Confissões e aconselhamento espiritual.

  1. Distribuição do clero entre as diversas áreas da diocese. Organização paroquial nas áreas urbanas e nas áreas rurais; problemas específicos e critérios adotados para a côngrua – distribuição. Salvaguarda da relação pessoal dos fiéis com o “pastor próprio”.

            A Diocese de Cachoeira do Sul é atendida por 28 padres, Diáconos permanentes, distribuídos nas 13 Paróquias e nos dois Seminários. Há uma paróquia que não tem padre residindo no local – esta é atendida pelos Freis Franciscanos. Nas áreas urbanas a Igreja tem sua participação na vida dos fiéis através das Celebrações Eucarísticas diárias, semanais e mensais, assim como, nas áreas rurais. Há falta de padres para atender todas as realidades, em especial, a realidade urbana onde se concentram a maior parte da população. A questão financeira em nossa diocese é uma realidade difícil, pois o povo é pobre e há pouca contribuição. Algumas paróquias conseguem manter a vida econômica com facilidade, outras têm maiores dificuldades, pois estão inseridas em realidades pobres economicamente. A questão da côngrua foi definida sob dois salários mínimos e o pagamento do plano de saúde pela paróquia para cada presbítero.

  1. Situação dos sacerdotes da diocese: Estima pela identidade sacerdotal. Vida de piedade; cumprimento da obrigação da Liturgia das horas; frequência da celebração da missa. Assiduidade em ouvir as confissões, no contato direto com as almas, na direção espiritual. Valorização do celibato sacerdotal. Dignidade no teor pessoal de vida, na apresentação externa e no relacionamento humano. Uso do hábito eclesiástico. Comportamento em questões políticas.

Os presbíteros da Diocese são muito presentes na vida do povo de Deus através das Celebrações Eucarísticas, atendimentos espirituais e as confissões. Se faz necessário maior número de presbíteros para atender melhor o povo. Percebemos uma diminuição na procura do Sacramento da Penitência e um aumento expressivo no aconselhamento espiritual, em especial, com as famílias. Os presbíteros procuram viver uma vida simples, modesta e sem luxo, pois o ambiente em que vivemos não contempla tal possibilidade. A vivência do celibato é um processo de cada presbítero, pois cada um tem uma forma de se relacionar com as pessoas nos diversos ambientes. Somos frágeis e limitados, mas contamos com a graça de Deus em nosso trabalho de evangelização. Nas questões políticas, na maiorias dos presbíteros, não há partido definido ou posição ideológica, todavia, quando estas questões são levantadas, alguns se exaltam em defender um partido ou um candidato, mas não há este tipo de discussão no ambiente da Igreja.

Dignidade da habitação; sustentação dos sacerdotes. Espírito de pobreza de desprendimento dos bens. Obediência no exercício do ministério e aceitação dos encargos que lhes são confiados. Obrigações inerentes à incardinação. Disponibilidade para as transferências a outras dioceses necessitadas de clero. Convênios estipulados para clérigos transferidos para a diocese. (Não há presença de sacerdotes “vagos” e presença de sacerdotes “Fidei donum” na diocese).

            As casas paroquiais, em sua maioria, são lugares confortáveis para habitar. A Paróquia sustenta o padre ou os padres com a côngrua mensal. Algumas têm dificuldades neste aspecto, onde duas paróquias não têm cozinheiras para a elaboração das refeições e limpeza da casa, apenas contam com uma pessoa que faz faxina semanal. O espírito de pobreza necessita ser aprimorado na Diocese. Ainda há apegos ao financeiro. A questão da obediência está muito presente na Diocese. Todavia, contamos com um caso que houve desobediência, pois após ser transferido, o mesmo presbítero não quis residir definitivamente na paróquia onde foi nomeado, permanecendo alguns dias da semana na mesma paróquia onde estava. É um caso específico, que estamos aguardando o novo bispo para resolver, após a sua chegada no dia 25 de agosto de 2019 na Diocese de Cachoeira do Sul.

  1. Formação permanente do clero: Acolhida do Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros. Formação espiritual: exercícios, retiros mensais. Formação humana: cuidado dos sacerdotes jovens, idosos, doentes, isolados. Formação intelectual: atualização teológica; modalidades; garantias em relação à segurança doutrinal. Formação Pastoral: dimensão missionária do presbítero e sua destinação universal. Iniciativas em todos estes âmbitos.

Os Documentos que são elaborados para a vida presbiteral, em especial, o Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros, são debatidos e motivados pela Pastoral Presbiteral durante os encontros do clero. Estamos em sintonia com a Pastoral Presbiteral Nacional e a Pastoral Presbiteral Regional. A Diocese tem boa participação nos Cursos Regionais de Presbíteros, nos Encontros Nacionais, retiros diocesanos, formações e encontro do Clero. O Retiro na Diocese acontece anualmente. Há outros encontros do Clero para formação permanente.

A Pastoral Presbiteral procura cuidar dos padres novos. Há encontro dos padres jovens até 10 anos de ordenação. Os padres doentes são acompanhados pela paróquia onde estão trabalhando. Tem um plano de saúde que dá todo suporte para exames e cirurgias.

Formação intelectual: Além da Filosofia e da Teologia, os padres procuram participar de Cursos de Formação Permanente para Presbíteros; Mestrado; Especializações e leitura pessoal.

Formação Pastoral: A Diocese vive um tempo forte de missão popular leiga, onde os presbíteros estão inseridos neste processo de evangelização. Além de assumir a responsabilidade de formar e instruir os missionários e missionárias. Tivemos um padre realizando missão em Moçambique durante três anos. Enfim, procuramos trabalhar unidos com os leigos e leigas para ‘mostrar a todos o rosto de Jesus Cristo’ (cf. Lema Diocesano).

 

VIII. INSTITUTOS DE VIDA CONSAGRADA
E SOCIEDADES DE VIDA APOSTÓLICA
 
01
CONGREGAÇÕES DAS IRMÃS DO
IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA-ICM
07 – membros
02
CONGREGAÇÕES DAS IRMÃS DE
NOSSA SENHORA-ND
03 – membros
03
CONGREGAÇÕES DAS IRMÃS DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA DE BONLANDEN
05 – membros
04
CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS FRANCISCANAS DE NOSSA SENHORA APARECIDA – CIFA
02 – membros
05
SOCIEDADES DO APOSTOLADO CATÓLICO- PADRES PALOTINOS
02 – membros
06
PADRES E IRMÃOS FRANCISCANOS OFM
04 – membros
07
Vida Consagrada S. Francisco de Sales
01 – membro
24 Religiosas e religiosos (Total)
 
IX COOPERAÇÃO MISSIONÁRIA
A Diocese, em conjunto com a CNBB Sul3, atua com apoio missionário nas Missões em Moçambique. No ano de 2018, voltou para a Diocese o Pe. Atílio Zatycko, depois da permanência por três anos na Missão; atualmente está na arquidiocese de Santa Maria, exercendo sua vocação missionária, na Paróquia de São Martinho da Serra, substituindo o Pe. Rony Almeida Mayer que foi no seu lugar, ao continente africano, pelo Projeto “Igreja Solidária”.
Há 25 anos a Igreja Católica do Rio Grande do Sul assumiu o Projeto Igreja Solidária em Moçambique na África. Para dar continuidade à missão de Cristo, a Igreja envia missionários e ajudas para mantê-los e desenvolver a missão
Em agosto de 2018 nossa Arquidiocese de Santa Maria enviou um sacerdote para ser missionário em Moçambique por três anos. Trata-se do Pe. Roni de Almeida Mayer.
Anos atrás mantínhamos em Rondônia uma Igreja solidária. Pe. Miguel Frederico Daudt, após cinco anos retornou, com problemas de saúde. No ano passado, faleceu.
X LEIGOS
Nos últimos anos o Bispo diocesano incentivou a formação do Grupo de Leigos encarregado desta pastoral. Está em fase de crescimento, mas não apresenta um resultado satisfatório. Os leigos estão inseridos nas diversas Pastorais (da Saúde, dos Presidiários, dos Enfermos hospitalares e domésticos, da AIDs, da Comunicação, da Administração etc.), Movimentos Eclesiais (Cursilho, Emaús, CLJ, ONDA, Renovação Carismática Católica etc., Escola Cristã de Formação Política (interdiocesana)). Destaca-se os ministérios extraordinário da Comunhão, do acolhimento, dos visitadores dos enfermos, das celebrações dominicais etc.
A Diocese tem um Conselho (embrionário) de Leigos.
XI ECUMINISMO

HISTÓRICO: A Diocese de Cachoeira, antes pertencente à Arquidiocese de Santa Maria desenvolvia uma significativa caminhada Ecumênica com a Igreja de Confissão Luterana do Brasil (IECLB) na ativa ação do ecumênico do Pastor Dorlei Diesel e a Igreja Católica na Pessoa do Mons. Breno Simonetti.

No decorrer dos anos houve um recuo com o afastamento da Igreja Metodista. A Igreja Luterano no Brasil (IELB), embora não ecumênica, pela amizade de seus diversos Pastores continuou de mãos dadas. Atualmente, apelas estas duas Igrejas caminham conosco. Este ano realizamos apenas um grande encontro de Oração. A Área Norte, mantém uma semana inteira de encontros nas diversas Igrejas da região.

AVALIAÇÃO: Houve decréscimo na Área Centro de Pastoral com evolução positiva na Área Norte, nas Paróquias de Arroio do Tigre, Ibarama, Sobradinho, Segredo e mais Cerro Branco da Área Pé da Serra.

XII OUTRAS RELIGIÕES
01
Igreja Evangélica Luterana Cristo Redentor – IELB
02
Associação Brasileira Igreja Jesus Cristo Santos dos Últimos Dias
03
Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – IECLB
04
Igreja do Evangelho Quadrangular
05
Igreja Evangélica Assembleia de Deus
06
Igreja Evangélica Cristo Redentor
07
Igreja Metodista
08
Primeira Igreja Batista de Cachoeira do Sul
09
Sociedade Espírita Tiradentes
10
Igreja Presbiteriana
11
Igreja Metodista
12
Igreja Universal
13
Igreja do Reino de Deus
14
Igreja Pentecostal Deus é Amor
15
Igreja Internacional da Graça de Deus
16
Igreja Adventista
17
Igreja Mundial do Poder de Deus
XIII PASTORAL DA FAMÍLIA
PASTORAL FAMILIAR
No último quinquênio a Pastoral Familiar vem tendo um avanço significativo na Diocese. Conforme a estrutura de trabalho solicitado pela CNBB em 6 das 13 paróquias da Diocese está funcionando.
Destaque para algumas atividades como: a) ENCONTRO COM NOIVOS: Além do encontro realizado na Paróquia durante um sábado à tarde e domingo durante o dia os noivos são convidados a irem a casa de um casal da Pastoral Familiar para juntos fazerem uma refeição e conversarem sobre assuntos pertinentes ao início da vida de casados (chamamos isso de acolhimento). Após a realização das núpcias, o mesmo casal que foi visitado, agora visita o casal recém casado e lhe entrega uma bíblia. Também faz o convite para que o casal possa ajudar no próximo encontro de noivos promovido pela Paróquia; b) PASTORAL DO BATISMO: Está sendo vinculado a Pastoral Familiar no setor pós-matrimônio. Além do curso na Igreja, a experiência da visitação aos pais que irão batizar seus filhos é realizada pelos casais da Pastoral Familiar. É uma das atividades propostas pela ação pós missão com a intenção de torna-la permanente.
  1. c) SETOR CASOS ESPECIAIS: Nesse setor, na diocese temos dois grupos funcionando. O Encontro com Cristo (EC) destinado a viúvas, solteiras por opção e separadas sem nova união. Tem um encontro anual e durante o ano reúnem-se mensalmente para encontro na Igreja de espiritualidade. Além do mais, quinzenalmente reúnem-se grupos de convivência e espiritualidade formado por mais ou menos 10 pessoas. Falam de experiências de vida e oração. Além desse grupo há o trabalho com casais em segunda união chamado Bom Pastor. Esses casais também realizam encontros anuais, encontros mensais na Igreja e quinzenais em grupos de convivência e espiritualidade. Ambos os grupos atuam nas liturgias dominicais ao menos uma vez no mês em uma das paroquias da diocese; d) ROMARIA DA FAMÍLIA: Anualmente essa romaria acontece com a participação de mais de 2.000 pessoas. Depois de uma caminhada de mais de 5Km é celebrada uma missa junto ao Parque da Romaria seguida de almoço e testemunhos na parte da tarde além da bênção da família ao final da tarde; e) DIOCESE E REGIONAL: Há uma ligação entre a Diocese e o Regional Sul 3 (que compreende todo o Estado do Rio Grande do Sul – Brasil). A participação em assembleias, retiros e encontros fortalece a ligação que mantem-se entre ambos; e) FAMÍLIA E VIDA: O grande desafio da Pastora Familiar diocesana está em unir os temas Família e Vida. Essa e uma proposta do Nacional e Regional. Isso está se dando de maneira muito especial na Semana da Família celebrada sempre em agosto; f) CANTINHO DE DEUS NA CASA: Cada lar católico está sendo desafiado a ter em um espaço da casa o cantinho de Deus que consiste num altar onde se tenha um crucifixo, água benta e a bíblia. Geralmente colocado na porta de chegada da casa para que ao sair e ao chegar em casa o casal possa rezar e poder mostrar aos filhos a importância da oração.
COORDENAÇÃO DE PASTORAL
A principal missão da Coordenação Diocesana de Pastoral é acompanhar, propor e direcionar ações dos diversos grupos que atuam na pastoral. Funciona como uma engrenagem na qual faz as articulações entre movimentos, pastorais e serviços. Desde 2018 a Diocese está em Missão. O grande desafio dessa coordenação é fazer com que essa missão na diocese assuma um caráter permanente. Assumimos como texto fundamental para a ação missionária permanente a multiplicação dos 5 pães e 2 peixes. Na seguinte perspectiva trabalha-se: 1) Quais são as 2 realidades (peixes) que queremos atingir ou trabalhar? Assim a Assembleia Diocesana definiu como sendo esses dois peixes (realidades) a FAMÍLIA e a COMUNIDADE. 2) Sendo essas duas as realidades, quais seriam os elementos que não poderiam faltar a essas duas realidades? A Assembleia definiu como a PALAVRA DE DEUS, EUCARISTIA, ORAÇÃO, ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA e MARIA (por ser uma diocese consagrada a ela).
5 PÃES E 2 PEIXES
Estamos intimamente ligados as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil 2019-2023. Foram eleitos os 4 pilares da ação da Igreja, a saber: Pilar da Palavra, Pilar do Pão, Pilar da Caridade e Pilar da Missão Permanente. Todos vieram de encontro as prioridades diocesanas que estamos contemplando nos 5 pães e 2 peixes.
A Coordenação Diocesana de Pastoral marca presença em todas as reuniões de área pastoral. Como são 4 áreas, consegue-se em cada semana contemplar uma área de Pastoral. Essas reuniões são muito ricas de partilha e formação, além de ser um elo de comunicação da Diocese com as Paróquias que compõe a área Pastoral. Além do coordenador diocesano, também os membros da coordenação participam.
CONSELHO DIOCESANO DE PASTORAL
Se reúne às Terças-feiras. A coordenação é do Pe. Edson Pereira, mais o Bispo, Diácono Carlos Machado, Sérgio Frachini Moura, Cesar Motta Lima e Margot Gomes Lima, Alberi Cardoso Dias e Vilma Canto Dias
XIV EVANGELIZAÇÃO DAS CULTURAS
  1. O que felizmente, temos.                                   O que infelizmente, também temos.

XV MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Pascom
EDIÇÕES DIOCESANAS
  1. “Informativo Diocesano”(Mensal)
  2. “O Caminho” – Anual
  3. Subsídios para Grupo de Famílias(Mensal)
TV
  1. TV Canção Nova C38,1 HD– Repetidora
  2. TV Rede Vida de Televisão: DIGITAL C14.1HD
Rádios Católicas na Diocese
  1. “Rádio Sobradinho” – 1110 AM – Sobradinho (22.04.1957)
  2. “Rádio Jacuí” –97,3 FM – Sobradinho (01.04.1989)
  3. “Rádio Vida” –104,9 FM – Cachoeira do Sul (26.04.2002)
OUTRAS RÁDIOS
  1. 1. “Rádio Agudo” –1350 AM – Agudo – (14.07.1979)
  2. “Rádio Fandango” – AM 1260 – Cachoeira do Sul (25.08.1978)
  3. “Rádio Cachoeira” –AM 1090 – Cachoeira do Sul (27.09.1946)
  4. “Rádio Vale do Jacuí” – AM 1520 – Cachoeira do Sul (01.05.1946)
  5. “Rádio Fandango102.5 FM” – Cachoeira do Sul (28.08.1978)
  6. “Rádio Botucaraí 96.5 FM” – Cachoeira do Sul (1992)
  7. “Rádio Gazeta” – 98.1 FM – Sobradinho (1997)
  8. “Rádio Comunitária de Cerro Branco” –104,9 FM – (2007)
  9. “Rádio Caçapava” –AM 1070– Caçapava do Sul (20.05.1951)
  10. “Portal 89,7 FM” – Caçapava do Sul (22.11.2004)
  11. “Rádio Comunitária de Santana da Boa Vista” – 87,9 FM (1999)
  12. “Rádio Alternativa” 104.9 FM – Agudo
JORNAIS
  1. “Jornal do Povo” –JP-  Cachoeira do Sul
  2. “Jornal O Correio” –JC-  Cachoeira do Sul (Eletrônico)
  3. “Jornal de Caçapava” – JC – Caçapava do Sul
  4. “Gazeta de Caçapava” – Caçapava do Sul
  5. “Jornal do Pampa” – Caçapava do Sul
  6. “Deutsche Integração” – Agudo
  7. “O Clarim” – Santana da Boa Vista
  8. “Gazeta da Serra” – Sobradinho
  9. “Jornal da Cidade” – Cerro Branco
PARTICIPAÇÃO SEMANAL NOS PERIÓDICOS
  1. “Conversando com o Povo de Deus” – “Jornal do Povo” –– Aos domingos.
PROGRAMAS RELIGIOSOS RÁDIO NA DIOCESE
Missas Irradiadas
Internet e Rádio Vida 104.9: Imagem e som: Domingo: às 9h: Direto do Santuário
e às 20h (Paróquia São José)
Rádio Cachoeira: Domingo às 9h (Catedral)
Rádio Comunitária de Santana: Aos domingos às 18h
Rádio Sobradinho:   Ibarama – 1º Sábado
Segredo –1º Domingo
Sobradinho – 2º Sábado – 2º Domingo
Arroio do Tigre – 3º Domingo
 
OUTROS PROGRAMAS RELIGIOSOS
 
  1. Bom dia Esperança. Todas os dias – Rádio Fandango – 7h da manhã.
  2. Programa Católico. Todos os dias – Rádiocom de Santana – 18-19h
  3. Ave Maria – Todos os dias – Rádio Caçapava
  4. Santo terço – Todos os dias – Rádio Vida
  5. Caminhando com a Igreja – Rádiocom Cerro Branco
  6. Prece da Manhã – Todos os dias – Rádio Sobradinho
Meio dia – Educando – R. Sobradinho
Sábado 19h: Emaús – R. Sobradinho
  1. Espaço Jesus – Todos os dias – Rádio Vida – 12h
  2. Ponto de Encontro – Todos os dias – Rádio Fandango
  3. Emaús – Quinta feira 20h – Rádio Vida
  4. RCC – Falando com Deus – Quinta Feira – 21h – Rádio Vida
  5. Programa Paroquial – Domingo 8h – Rádio Agudo
  6.  Pastoral Social – Todos os sábados 10h – R. Vida
XVI PASTORAIS SOCIAIS
As Pastorais Sociais, propostas pela CNBB, são onze: (Diocese tem: em vermelho
1)      Pastoral Operária;
2)      Pastoral do Povo de Rua;
3)      Conselho Pastoral dos Pescadores;
4)      Pastoral dos Nômades;
5)      Pastoral da Mulher Marginalizada;
6)      Pastoral da AIDS;
7)      Pastoral da Saúde;
8)      Serviço Pastoral dos Migrantes;
9)      Pastoral Afro-brasileira;
10)    Pastoral Carcerária;
11)    Pastoral da Criança.
+       Pastoral do Idoso
+Pastoral de Auxílio emergencial
+Pastoral do acolhimento
 
XVII PROMOÇÃO HUMANA E CRISTÃ
 
Setor Juventude
 
Em 2010, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Sul 3, juntamente com algumas congregações que mantinham o Instituto de Pastoral da Juventude (IPJ), fomentaram o surgimento do Setor Juventude nas dioceses do Rio Grande do Sul, com o intuito de animar a juventude católica do estado, através da articulação e da formação. Essa iniciativa foi inspirada no espírito dos documentos: Evangelização da Juventude – desafios e perspectiva (Doc. nº 85); Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE, nº 94), em Aparecida (DAp); Civilização do Amor: projeto e missão (CELAM) e, mais tarde, no Comunidade de Comunidades: uma Nova Paróquia (Doc. nº 100). Atualmente, o Setor Juventude vem sendo inspirado pelo Sínodo dos Bispos de 2018, principalmente no reconhecimento do jovem como lugar teológico, escuta atenta e decisão de querer caminhar juntos.
Em atenção ao convite do Papa Francisco durante a JMJ/Rio: “Ide, sem medo, para servir”, as lideranças das dioceses gaúchas assumiram trilhar um caminho comum, com o projeto
Em Missão – a fim de aprofundar a dimensão missionária da própria fé durante o biênio 2014/2015, culminando com o Show Bote Fé 2ª edição, em 2015. O caminho percorrido Em Missão seguiu na perspectiva da animação dos processos de formação, de articulação, de comunicação e de assessoria. Em novembro de 2017, em Bom Princípio, os assessores, os articuladores e os comunicadores diocesanos, juntamente com o bispo referencial e todas as equipes de trabalho avaliaram o Plano Bienal 2016-2017 e reafirmaram o compromisso do cuidado com a vida, permanecendo em Em Missão Pela Vida, ampliando ainda mais o conceito para Ide Em Missão Pela Vida e reafirmando o compromisso de caminhada conjunta, celebrado com o Show Bote Fé 3ª edição, realizado na cidade de Parobé, em novembro de 2018.
O Setor Juventude se coloca em sintonia com as orientações do Papa Francisco, na JMJ/Panamá-2019, no documento Civilização do Amor, nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora e nas Linhas de Ação do Regional Sul 3, com destaque especial para a Iniciação à Vida Cristã e para a Pastoral Orgânica das Dioceses, Paróquias e Comunidades. Assim, assume o compromisso do cuidado com a vida como eixo transversal/integrador, perpassando os processos de Formação, de Estruturas de Acompanhamento e de Missionariedade. Em consonância com a Pastoral Juvenil da CNBB nacional, o Setor assume ainda o eixo das Políticas Públicas e Ecologia Integral.
FORMAÇÃO: É importante considerar o jovem como um todo, evitando assim reducionismos que distorçam a proposta de educação na fé.
MISSIONARIEDADE: O jovem, como apóstolo de outros jovens, tem um poder de comunicação e de convencimento peculiar.
ESTRUTURAS DE ACOMPANHAMENTO: Garante a eficácia dos projetos de formação. Sem a organização e a articulação entre si, numa rede de grupos, o assessor se vê obrigado a acompanhar os jovens individualmente.
ECOLOGIA INTEGRAL: Uma ecologia integral exige que se dedique algum tempo para recuperar a harmonia serena com a criação, refletir sobre o nosso estilo de vida e os nossos ideais, contemplar o Criador que vive entre nós e naquilo que nos rodeia e cuja presença “não precisa ser criada, mas descoberta, desvendada”.
POLÍTICAS PÚBLICAS: Mecanismos através dos quais os direitos podem ser universalizados e visam a uma reorientação do Estado para uma sociedade justa e solidária por meio de ações duradouras e capazes de reformar as instituições.
XVIII PASTORAL DA SAÚDE
Pastoral da Saúde é um organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, vinculada à Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz.
A Pastoral da Saúde atua em três dimensões que a configuram como uma pastoral diferente e mais abrangente que àquela anteriormente denominada de Pastoral do Enfermo. Sua abrangência chega a setores importantes da sociedade que têm um papel decisivo na política de saúde da nação. As dimensões são:
  • Dimensão solidária: vivência e presença samaritana junto aos doentes e sofredores nas instituições de saúde, na família e na comunidade. Ela visa atender a pessoa integralmente nas dimensões física, psíquica, social e espiritual.
  • Dimensão comunitária: visa a promoção e educação para a saúde. Relaciona-se com a saúde pública, atuando na prevenção das doenças. Procura valorizar o conhecimento, sabedoria e religiosidade popular em relação à saúde.
  • Dimensão político-institucional: atua junto aos Órgãos e Instituições Públicas e Privadas que prestam serviço e formam profissionais na área da saúde. Zela para que haja reflexão bioética, formação ética e uma política de saúde sadia, para que os seus agentes sejam articuladores e fiscalizadores das decisões no setor saúde, participando ativamente dos Conselhos de Saúde.
Atividades
As atividades que a Pastoral da Saúde desenvolve junto à comunidade e à sociedade são várias. Vão desde a atenção aos doentes até a articulação junto a entidades governamentais responsáveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Pastoral da Saúde acontece com prioridade nas comunidades, Conselhos Municipais de Saúde, escolas, associações de bairros, sindicatos e em todos os espaços onde os cidadãos participam. Também cuidam da medicação alternativa.
XIX PASTORAL DO MIGRANTE
Inexiste na diocese
XX BENS ARTÍSTICOS E HISTÓRICOS DA IGREJA
XXI SITUAÇÃO ECONÔMICA
A Mitra diocesana se mantém com a cooperação das Paróquias, do Cemitério das Irmandades e doações. Não dispõe de outros meios de arrecadação. O Clero recebe dois salários regionais e o Plano de Saúde com casa e mesa, advindos das Paróquias. (Veja a Tabela abaixo)
A arrecadação das Paróquias para Mitra Diocesana
Paróquia / Município
01. São Marcos de Segredo RS
02. N. Sra. Navegantes de Sobradinho RS
03. Sagrada Família de Arroio do Tigre RS
04. São Paulo de Ibarama RS
05. Santo Antônio de Cerro Branco RS
06. São Cláudio de Novo Cabrais RS
07. São Bonifácio de Agudo RS
08. Sant´Ana da Boa Vista RS
09. N. Sra. Assunção de Caçapava do Sul RS
10. N. Sra. da Penha de Cachoeira do Sul RS
11. São José de Cachoeira do Sul RS
12. N. Sra. da Conceição de Cachoeira do Sul RS
13. Santo Antônio de Cachoeira do Sul RS
Total mensal
Salários
2.0
3,5
3.5
1.7
2.0
2.0
2.5
1.4
3.0
1.5
3.5
4.1
3.6
34.3
SITUAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA DA REGIÃO
A Sabedoria de Dom Ângelo Domingos Salvador, organizou a Diocese em quatro Áreas Pastorais, conforme características de culturas próprias:
Área Centro (Município de Cachoeira do Sul)
Cachoeira do Sul é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, sendo o quinto mais antigo município do Rio Grande do Sul, emancipado da cidade de Rio Pardo e instalado em 1820. A origem de seu nome se deve a uma antiga cachoeira existente no Rio Jacuí, porém em seu lugar foi construída a Ponte do Fandango.
História de Cachoeira do Sul se confunde muito com as disputas territoriais entre Portugal e Espanha no sul do Brasil. Ao longo de mais de 250 anos, Cachoeira do Sul possui várias marcas dessa história, que está na cultura, na arquitetura e na memória de seu povo.
Sua economia se baseia atualmente na cultura da soja, antes do arroz a ser considerada a Capital Nacional do Arroz.
Área Pé da Serra (Municípios de Agudo, Novo Cabrais e Cerro Branco)
Os primeiros imigrantes alemães, provenientes da Pomerânia, chegaram à região em 1º de novembro de 1857, desembarcando em Cerro Chato, na margem esquerda do Rio Jacuí. Agudo é o berço da Colônia Santo Ângelo, instalada pelo Governo Provincial. Destacam-se as culturas agrícolas de Fumo, Arroz e Soja.
Área Norte (Municípios de Sobradinho, Arroio do Tigre, Segredo e Ibarama)
Ibarama é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, localizado na região central do estado denominada Centro Serra. Sua economia é basicamente oriunda do meio rural, com base nas culturas de tabaco, soja e milho. Distante 250 Km da Capital Porto Alegre, seu acesso se dá pela ERS-40. Ibarama Rio Grande do Sul – RS. A população do município de Ibarama é constituída de italianos 65 %, alemães 25%, e mestiços 10%. Os primeiros registros de moradores do município, datam de 1838 na região extremo sul, mais precisamente nas localidades de Linha Ressaca, Novo São Paulo, …
Sobradinho tem início em 1825, com a chegada do paulista João Lopes, que subiu a Serra Geral e se estabeleceu à margem de um arroio, onde construiu um sobrado de madeira na estrada que ligava Rio Pardo a Soledade. Nesse local instalou uma casa de comércio, para atender …
Agricultura segue sendo o carro-chefe da região. Arroio do Tigre e Segredo têm características semelhantes na sua cultura e etnia.
Área Sul (Municípios de Caçapava do Sul e Santana d Boa Vista)
Caçapava”, na língua Tupi Guarani, significa “Clareira na Mata”. Surgiu de um acampamento militar localizado no antigo povoamento dos índios charruas. Assim, iniciou a história do município pelos idos de 1777, quando nasceu a “Paragem de Cassapava (sic)”.
Santana da Boa Vista desmembrou de Caçapava do Sul e tem características semelhantes.
As economias dos municípios são basicamente sustentadas pelos setores da Agricultura, Pecuária e Mineração. A produção de calcário é responsável por mais de 80% do que é produzido no Rio Grande do Sul.

 

XXII AVALIAÇÃO GERAL E PERSPECTIVAS PARA O FUTURO

 A Busca de soluções:  Toda Diocese está inserida num processo de formação perene através de Santas Missões Populares, que levam ao povo, nas comunidades e nas casas, o encontro formativo ou pela Pastoral da Visitação e acompanhamento da família na administração dos Sacramentos de Iniciação.VITALIDADE E PERSPECTIVAS: As quatro Áreas Pastorais diferem entre si por razões diversas, quer físicas ou étnicas. Área Norte de Pastoral, de maior tradição católica e luterana mantém religiosidade mais participativa com maior acentuação na formação e solidificação das Comunidades eclesiais provindas da imigração italiana e alemã. Área Pé da Serra, culturalmente mais tradicional e conservadora, com maior influência luterana, se destaca pelo culto religioso aos mortos, se mostrando mais lentas. Nas paróquias católicas, por influência franciscana, as comunidades são mais ligadas à província da ordem que à diocesaneidade. Área Centro de Pastoral, com quatro Paróquias, desenvolve uma ação pastoral mais urbana com o desenvolvimentos de Comunidade de Comunidades, Igreja nas casas, Grupos de Famílias, Pastoral dos sacramentos de iniciação nas casas e Missões populares. Negativa é a proliferação de cultos pentecostais. Área Sul, no Pampa gaúcho pobre, mas com vários latifúndios, conserva características da formação luso espanhola que pelas extensões dificulta as reuniões pastorais e formativas.

 O Trabalho Pastoral nos últimos cinco anos, sob a orientação do Bispo diocesano, Dom Remídio José Bohn, incentivou a formação nas comunidades através de encontros paroquias, depois regionais e depois diocesanos conforme as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.

 O Grande Objetivo Pastoral, eleito como prioridade para o próximo quatriênio, são as Missões Populares e a Iniciação à Vida Cristã (IVC) e à adesão às Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, aprovadas na 57ª AGAE-CNBB para este ano de 2019 até 2023, de modo geral, pela Pastoral Urbana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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