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PASTORAL HOSPITALAR

 

     

UMA PASTORAL A SERVIÇO DA IGREJA

CIDADE DE CACHOEIRA DO SUL

 

 

 

 

CAPELA DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

 
 

 
 

          No dia 18 de julho de 2008 foi inaugurada a Capela Interna do Hospital de Caridade de Cachoeira do Sul (HCB) com a bênção do Bispo diocesano, Dom Irineu Sílvio Wilges. A nova capela foi restaurada graças ao empenho da Pastoral da Saúde Hospitalar e todos os colaboradores que se engajaram na rifa da bomba de chimarrão de ouro, doada pelo Sr. Walter Feldmann e outras doações como do Sr. Noé Tischler e Gustavo Müller. A Idealização foi do Dr. Florence e da Pastoral da Saúde Hospitalar coordenada pela Agente de Pastoral Mônica Melo.

 

 

Atendimento católico sacerdotal neste mês:

 Pe. Francisco Rubin e Padre da Paróquia da Catedral

Finalidade da Pastoral da Saúde:

            A Pastoral da Saúde tem por finalidade estimular a reflexão sobre o sentido da saúde, que no seu significado mais completo faz também alusão a uma situação de harmonia do ser humano consigo mesmo e com o mundo que o circunda e com seu criador.

          Não é simplesmente a ausência de doenças. É um estado de bem-estar físico, psíquico, social e espiritual. É harmonia e equilíbrio.

 Missão da Pastoral da Saúde:

 

             Proporcionar conforto moral, assistência espiritual e suporte emocional aos pacientes e seus familiares, amenizando a problemática que ordinariamente acompanha as pessoas que procuram no hospital melhores condições de vida e saúde.

            Evangeliza o ambiente e zela pelo bem estar global do grupo de profissionais (equipe multidisciplinar) inovando e buscando soluções para amenizar os mais variados problemas e necessidades do hospital e de quem o procura, criando assim um clima de compreensão e colaboração, assessorando  a administração na solução dos casos, em que, de qualquer modo, estejam implicadas a religião e a moral. E serve de elo entre o hospital e os colaboradores, centrando todo o esforço na educação transformadora, sob o critério de três dimensões: Justiça, solidariedade e mística.

Programas da Pastoral da Saúde:

 

a) Pastoral da Acolhida e Assistência Religiosa.

Acolher o paciente dar conforto espiritual através de visitas, compreensão e ajuda, procurando transmitir fé, confiança em Deus e valorizando o dom da vida. Somos pessoas acolhendo pessoas fragilizadas pela dor, por isso procuramos:

1) Amenizar o impacto ambiental;

2) Interessar-se pelo bem estar físico do paciente;

3) Tornar presente o amor de Deus;

4) Manter silencio... deixar falar ... confortar;

5) Proporcionar suporte emocional a pacientes e familiar durante a doença e atenção especial em casos de óbitos;

6) Cultivar a fé em quem a vive e despertá-la em quem não acredita;

7) Falar em fé e no amor de Deus para quem não sabe ou não acredita.

8) Proporcionar ocasiões de encontro com Cristo através dos sacramentos;

9) Aceitação da doença como parte do homem e não como castigo divino;

10) A não punição pela doença;

11) Visitas diárias pelos padres, irmãs e voluntários da pastoral;

12) Mensagem semanal através do meio de comunicação interno do hospital.

13) Armário de doações de roupas e material de Higiene aos mais necessitados (Adulto e Criança);

14) Projeto Brinquedoteca (criando com palitos).

 

b) Celebração da esperança:

 

 Procuramos manter um vinculo de relacionamento com os familiares provados pela dor. Resgatamos a presença da família, oferecendo um momento de afeto e de carinho, no ambiente hospitalar. Mensalmente e celebrada na capela externa Santa Catarina a Liturgia Eucarística, evidenciando a teologia da esperança.  

 

c) Junto aos funcionários:

1) Celebrações eucarísticas mensalmente e em datas comemorativas;

2) Acolhida e integração dos novos funcionários;

3) Comemorações de datas significativas;

4) Organizar e distribuir mensagens;

5) Favorecer um bom relacionamento entre administração, colaboradores , pastoral .

 

Ética ao cuidar do homem face á sua dimensão espiritual:

 

A dimensão espiritual é muito mais ampla e muito mais abrangente que o sentido religioso.É aquela dimensão que muitas vezes não conseguimos traduzir corretamente em palavras e que se relaciona essencialmente com o que sentimos na nossa vida , além de se relacionar com aspectos como a necessidade de segurança, o sentido da existência humana ; a riqueza e profundidade das relações inter pessoais , a busca do sentido para as experiências vividas ,como as doenças  ,e até  mesmo a morte .

O homem é mais do que a soma  de sua parte biológica, psicológica e social : a dimensão espiritual também é relevante  e possível de se dimensionar.

 

 

 

Oração do Enfermo

 

       Senhor, coloco-me diante de ti numa atitude de oração.

       Sei que me ouves, tu me penetras, tu me vês.

       Sei que estou em ti e que tua força está em mim.

       Olha para este meu corpo marcado pela doença.

       Tu sabes, Senhor, o quanto me custa sofrer.

       Sei que não te alegras com o sofrimento de teus filhos.

       Dá-me, Senhor força e coragem para vencer os momentos de desespero e de cansaço.

       Torna-me paciente e compreensivo, simples e modesto.

       Neste momento, eu te ofereço as minhas preocupações, angústias e sofrimentos, para que eu seja mais digno de ti.

      Aceita Senhor, que eu una meus sofrimentos aos de teu Filho Jesus, que, por amor dos homens, deu sua vida no alto da cruz. Amém.

“Não desanimeis nunca, embora venham ventos contrários”.

 

(Me Paulina

 

 

REGULAMENTO PARA O ATENDIMENTO RELIGIOSO AOS DOENTES DO

HOSPITAL DE CARIDADE E BENEFICÊNCIA DE CACHOEIRA DO SUL.

 

       I.      História: É importante não perder de vista a história do hospital. Foi ele construído por um grupo de líderes cristãos, Católicos e Evangélicos, com muita dedicação e sacrifício. Os mesmos e outros, também cristãos, sempre promoveram campanhas para conservação e melhoramento do hospital. Foi sempre considerado lógico que o hospital ofereça não só assistência médica, mas também religiosa aos doentes.

        Os familiares nem sempre chamam o padre ou o pastor espontaneamente por diversos motivos: não sabem como fazer, não tem endereço ou telefone, não dão importância, tem medo de assustar o doente ou aguardam que o pastor ou padre venha ao hospital visitar regularmente os doentes.

 

     II.      Princípios: Partimos do princípio de que os doentes têm direito ao atendimento religioso no hospital, levando em conta as quatro dimensões fundamentais da pessoa humana: a dimensão física, mental, social e espiritual. Só então podemos falar de saúde global. Para os doentes a assistência religiosa é necessidade vital, pois sabe-se, pela psicologia e pela experiência, como faz bem também para a saúde física o conforto e a ajuda da assistência espiritual. A doença coloca a pessoas em situação de especial sofrimento, às vezes de crise existencial, e um dia diante do grande passo da morte. É nessa hora que mais precisamos da palavra de Deus, do conforto, de sua benção, da sua graça. É nessa hora que as Igrejas tem o dever e o direito de marcar presença de fé e de amor junto aos membros enfermos.

 

   III.      Normas: O atendimento religioso aos doentes será realizado em harmonia com os outros serviços prestados aos doentes: serviços médicos, psicológicos, de enfermagem, higiene e pastoral da saúde, de acordo com as seguintes normas:

 

1)      Deve-se respeitar a liberdade religiosa de cada enfermo, ele tem o direito de ter assistência de sua Igreja ou Religião, a não ser que declare que não quer nenhuma assistência religiosa.

2)      Por isso o hospital ao receber baixa de algum doente, deve colher a informação da religião a que pertence e comunicar a ele ou outros familiares que podem chamar o padre o um pastor.

3)      O Padre ou o Pastor tem o direito de visitar o doente de sua Igreja, quer seja chamado pelo doente ou pela família, quer em visita regular.

4)      O padre ou pastor não fará a visita aos doentes na hora da visita dos familiares, salvo em caso de urgência ou pedido deles, pois para visita religiosa deve haver silêncio para o doente se confessar, conversar ou escutar a Palavra de Deus e receber os Sacramentos da Comunhão, da Unção dos Enfermos ou a Benção. Aliás, o médico procede da mesma forma.

5)      Seria contra os princípios acima indicados, os religiosos fazerem na hora das visitas, ou em outras, orações e cantos em voz alta num quarto de enfermaria ou noutro quarto de modo a perturbar a privacidade e sossego e importunando os doentes de outro credo. Isso só pode ser feito na Capela.

6)      As visitas religiosas devem ser feitas na maior disciplina, como foi acima dito, sendo vedado fazer proselitismo, no quarto ou no corredor perturbando o sossego e importunando aos doentes de outros credos.

7)      Todos os religiosos representando Igrejas constituídas podem visitar os doentes de sua Igreja no Hospital, nas condições acima indicadas. O Padre ou o Pastor poderá ser acompanhado por um membro da família do doente, caso seja solicitado.

8)      Devem, porém, apresentar-se na secretaria do Hospital, comprovando que representam a respectiva Igreja, para receber um cartão de identificação que lhes faculte permanentemente visitar os doentes de sua Igreja no Hospital.

9)      O horário normal das visitas religiosas do Padre ou Pastor salvo em casos de urgência, será estabelecido entre as 16h às 17h.

10)   Os setores de informação, internação e secretarias das unidades do Hospital informarão aos familiares ou o próprio doente, o horário de visita do Pastor ou Padre, ou de como chamá-lo, de modo especial em casos de urgência, também fora de horário de rotina.

11)    Na internação haverá um livro para registrar as visitas religiosas, com indicação do dia, hora e nome dos doentes atendidos.

12)   A credenciação para visita religiosa aos doentes de sua Igreja pode ser dada não só para o Padre o Pastor, mas também a pessoas especialmente autorizadas pela respectiva Igreja (membros da Pastoral da Saúde, por exemplo) sempre nas condições acima indicadas.

13)    O Padre ou Pastor além de atender aos doentes de sua Igreja, tem também a função de acompanhar o atendimento religioso de todos os doentes e funcionários no sentido de que se cumpra os estabelecido neste regulamento, sendo intermediário do Hospital e as Igrejas, quando for necessário, para que haja harmonia entre o serviço religioso com os outros serviços hospitalares.

14)   O atendimento religioso regulamentado neste documento manterá estreita ligação com a pastoral da saúde, já que está tem a finalidade afins e complementares no conjunto da organização e serviço do hospital de caridade e beneficência de Cachoeira do Sul.

15)   As Igrejas que fazem parte do grupo ecumênico das visitas religiosas, as quais obedecerão às normas acima estabelecidas são: Igreja Católica, Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, Igreja Evangélica Luterana no Brasil e Igreja Metodista.

16)   Qualquer outra religião que desejar fazer visita aos pacientes, deverá fazer com autorização por escrito ou com acompanhamento do representante ecumênico.

 

Cachoeira do Sul 19 de abril de 2005.

 

Reuniões mensais com voluntários na

- Escola Profissional de saúde 2008

  Datas missa mensal

    - Capela Santa Catarina

·      04 de Março - Retomada das atividades e planejamento 2008 com voluntários

·      12 de Março – Missa Páscoa ás 8h

·      01 de Abril  - Reunião voluntários

·      02 de Abril – Missa

·      06 de Maio – Reunião

·      07 de Maio - Missa

·      03 de Junho – Reunião

·      04 de Junho - Missa

·      01 de Julho – Reunião

·      02 de Julho – Missa

·      20 de Agosto – Missa aniversário HCB

·      02 de Setembro – Reunião

·      03 de Setembro – Missa

·      07 de Outubro –Reunião

·      08 de Outubro - Missa

·      04 de Novembro –Reunião

·      05 de Novembro – Missa

·      02 de Dezembro – Reunião voluntários

·      16 de Dezembro – Missa de Natal

 

Saldanha Marinho, 48 – Bairro Centro – Cachoeira do Sul – RS – CEP: 96508-000 – fone 051.3722 0800

Agente da Pastoral  

 

 

 

Para maiores informações : Pastoral da Saúde , internação ou pelo telefone 93162550