A ELEIÇÃO VEM AÍ

 A ELEIÇÃO VEM AÍ

Mons. Elcy

Estive fazendo minha lista de candidatos para as próximas eleições. Procurei ouvir minha consciência para determinar qual deles poderá ser útil e desprendido para o “Bem Comum” da nação. Os antecedentes foram os primeiros elementos, para minha análise, para desenhar o perfil; outro elemento, na construção da minha decisão, foi a formação de quem se propõe levar meu voto; o terceiro, foi o exame minucioso da ideologia vivenciada pelo indivíduo e pelo partido, cujos membros vão esvoaçar ao redor do vencedor cobrando, com cargos, o marketing que fizeram. A decisão é complexa e exige responsabilidade para não ser conivente com as nulidades apresentadas. Já que exige reponsabilidade, tenho como consequência a culpa ou o mérito da ação do candidato que ajudei eleger.

Depois de fechar as urnas, não haverá reversão do processo. A sorte está lançada (“alea jacta est!). Você e eu nos inserimos na ação política de quem elegemos e grudamos nele como “carrapato em couro de vaca magra”: não podemos soltá-lo: Exigimos nossos direitos de trazê-lo à racionalidade e às promessas que foram capazes de nos direcionar na hora do voto. Abandoná-lo é o mesmo que “entregar o ouro ao bandido”.

A política exercida na democracia visa o bem geral da nação e da pátria. Não visa o bem individual, mas visa este tal “Bem Comum”; não o bem dos correligionários, mas do povo como um todo, povo que depositou a confiança administrativa no indivíduo eleito para o colegiado legislativo ou executivo.

Você pode pensar diferente ou semelhante; eu mostro o meu modo de ver, respeitando o seu: também isto é democracia! Só não quero ser elemento de manobra dos interesseiros que fazem da ação política um abocanhamento individual dos bens da nação, por métodos escusos.

Vamos nos antenar, porque o tempo urge!